Blog do Pr. Afrânio

O PASTOR "BOLA DE FOGO"

Precisamos Ter um estilo de vida

Voltando um pouco na história verificamos que quando Jacó e seus filhos se instalaram no Egito eles receberam autorização do próprio faraó para viver no nordeste do país, uma região adequada aos rebanhos de gado e ovelhas que os israelitas possuíam. Essa região era um lugar que servia de elo entre o Egito e os demais povos da região, o que significa que além da influência social, cultural e econômica que eles recebiam dos egípcios, estavam em constante contato com outros povos, que iam e vinham do Egito para comercializar seus produtos. É natural que os israelitas conhecessem os costumes, os valores e as crenças, tanto dos egípcios como dos outros povos que transitavam pela região, e que fossem influenciados por esses costumes, valores e crenças.




Esses povos eram idólatras e com um código ético que deixava muito a desejar. Havia muita perversidade, permissividade, imoralidade sexual, abuso no trato com os escravos e estrangeiros, e os conceitos que eles possuíam sobre a divindade eram conceitos abomináveis aos olhos de Jeová, o Deus de Israel.
Nesse tempo, tudo que o povo israelita sabia a respeito de Deus era por meio de histórias contadas de pai para filho. Era por meio da tradição oral que eles sabiam que o Senhor Jeová, criador dos céus e da terra havia chamado Abraão, em Ur dos Caldeus (hoje Iraque), e lhe prometera que a terra de Canaã (hoje Palestina) seria de seus descendentes. Era também por meio da tradição oral que eles sabiam que o mesmo Deus havia confirmado esta promessa a Isaque e a Jacó, e que este Deus Todo-Poderoso, em determinadas ocasiões, revelara seus desígnios por meio de sonhos. Durante os cerca de 400 anos que os descendentes de Abraão viveram no Egito eles não possuíam um livro sagrado que servisse de guia para a conduta diária do povo.
No capítulo 6 de Êxodo, Deus, através de Moisés, comunica ao povo propósitos bem específicos a respeito da libertação do povo de Israel:

  • Libertação (econômica, social e espiritual)
  • Jeová seria o seu Deus
  • Conheceriam a Deus
  • Seriam o povo de Deus
  • Teriam vida em abundancia

Porém, havia algumas barreiras que precisavam ser superadas para que estes objetivos fossem alcançados:

  • Havia a necessidade de uma lei escrita, que fosse além das tradições orais que os israelitas tinham até então.
  • Era preciso não somente tirar os israelitas do Egito, mas também tirar o Egito de dentro dos Israelitas. Depois de 400 anos vivendo como uma minoria étnica dentro de outro país, muitos dos conceitos, crenças, estilo e filosofia de vida dos egípcios já tinham sido assimilados pelos Israelitas.
  • Era preciso deixar claro para o povo de Israel que os conceitos éticos, morais e espirituais do povo que seria chamado “O Povo de Deus” precisava ser muito superior ao dos povos vizinhos com os quais, durante séculos, eles estavam tendo contato.

Era propósito de Deus formar um povo para si e fazer com que, por meio do testemunho desse povo santo, que servia a um Deus Santo, todos os povos da terra fossem abençoados. A estratégia missionária de Deus era a formação de um povo santo que através de uma vida santa impactasse os povos ao redor.
Três meses após o povo sair do Egito, sob a liderança de Moisés, cerca de um milhão de pessoas chega ao Monte Sinai. Este lugar era importante para os planos de Deus uma vez que, antes de levar o povo para a terra prometida, Deus queria, primeiramente, comunicar sua lei de maneira clara. Quando entrassem na terra prometida, saberiam exatamente qual o comportamento esperado de um povo que havia sido libertado da escravidão social e espiritual, um povo que seria conhecido como o povo do Deus Todo-Poderoso. O que Deus queria do seu povo no deserto do Sinai, é o mesmo que Deus espera do seu povo ainda hoje.
Em dez mandamentos Deus resumiu o que esperava do seu povo. Em Marcos 12.28-31, Jesus, ao ser indagado sobre qual era o mandamento mais importante, disse: “O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.” A primeira parte tem a ver com o nosso relacionamento com Deus, a segunda se refere ao relacionamento uns com os outros.
Podemos observar que nos 10 mandamentos existe esta mesma divisão. O primeiro bloco é composto por quatro mandamentos que dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus. O segundo bloco é composto pelos seis mandamentos restantes e dizem respeito ao nosso relacionamento com o próximo.
Muitos são os que pensam que o povo de Israel precisava obedecer as Leis dadas por Deus para alcançarem a salvação. Entretanto, podemos perceber Deus dizendo algo como: por pura graça, por pura misericórdia, eu livrei vocês da opressão, sem que vocês tivessem feito nada para merecer isto. Agora, o que eu espero como uma atitude de agradecimento, o que eu espero como resultado da salvação graciosa que eu já lhes dei, o que eu espero como resultado da liberdade que vocês já adquiriram, é o seguinte:

  • Não tenham outros deuses diante de mim;
  • Não façam imagens;
  • Não usem o nome do Senhor seu Deus em vão;
  • Dediquem um dia por semana para o Senhor seu Deus;
  • Honrem pai e mãe;
  • Não matem;
  • Não adulterem;
  • Não furtem;
  • Não digam falso testemunho contra o seu próximo;
  • Não cobicem aquilo que não lhes pertence.

Porque o povo deveria obedecer a esses mandamentos?

  • Como resposta de gratidão ao que Jeová havia feito pelo seu povo;
  • Para que fosse um povo santo, servindo a um Deus Santo, e com isto os outros povos soubessem que não há Deus tão poderoso e temível como o Deus de Israel.

Devemos entender que o deserto foi um lugar de julgamento e disciplina, resultado da murmuração e desobediência do povo. Porém, também foi o lugar da manifestação do poder, da graça, proteção e provisão de Deus.

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* Pastor:Afrânio Medeiros

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E-mail:pastor.afranio@yahoo.com.br

“O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” Jo 15.12

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