Blog do Pr. Afrânio

O PASTOR "BOLA DE FOGO"

Arquivo para a tag “Gay”

Será que a TV desalfabetizou o povo de SP?

O Pastor Silas Malafaia tem nesta sua decisão o meu apoio e admiração por se posicionar contra o candidato Haddad, autor do kit gay.Mas uma coisa me deixa intrigado,será que o povo de São Paulo desaprendeu a votar?porque como mostram as pesquisas deixar Celso Russomano liderar a campanha e o Haddad que crescer de forma surpreendente ou o povo de São Paulo se desalfabetizou.

Mas o certo é que aqui estou eu para dar dar o meu apoio irrestrito ao Pastor Silas Malafaia na esperança de poder esclarecer o Povo de São paulo com relação as eleições de 2012.

Abaixo você poderá conferir 3 Vídeos importantes o Primeiro e o segundo mostrando o que Haddad quem implantar nas escolas tentando manipular e obrigar as crianças a adotarem uma postura favorável  ao LIXO MORAL da Homossexualidade.

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“O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” Jo 15.1

Ser Chamado de Homofóbico é crime de Injúria e Difamação…Não aceite “Reaja”

Metáfora punitiva

 O dicionário Longman’s, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin’s Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.

Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.

O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.

No entanto, é precisamente isso o que o termo significa quando aplicado ao Papa, ao deputado Clodovil Hernandez ou a qualquer outro cidadão de bem, hetero ou homo, que sem nem pensar em agredir um homossexual se limite a expressar educadamente suas reservas, já não digo nem quanto ao homossexualismo em si, mas simplesmente quanto às pretensões legiferantes do movimento gay . Em seu livro A History of Homophobia , que pode ser lido na internet , o ensaísta Rictor Norton, um apologista da homossexualidade, é bem franco sob esse aspecto: “Com muita freqüência, a palavra ‘homofobia’ é apenas uma metáfora política usada para punir.”

“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão.

A gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”. Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.

Se as vítimas dessa fraude não reagirem contra ela, acabarão indo para a cadeia por motivos metafóricos.

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Portanto, os homossexuais, sobretudo os ativistas gays precisam entender que eles não têm o direito de acusar pessoas honestas de serem “homofóbicas”. E os cidadãos de bem deste país devem rechaçar energicamente toda e qualquer acusação descabida feita a eles nesse sentido, na forma da lei.

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MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente

 

Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade

Ele ainda nem foi lançado oficialmente.

Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica.

 

 

 

 

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Ativista gay abandona o Homossexualismo

Estrela em ascensão do movimento diz que Deus o libertou do estilo de vida. Michael Glatze era uma estrela em ascensão no movimento homossexual, masele agora declara não só que abandonou o ativismo — ele não mais é homossexual.

Glatze — que era
freqüentemente usado como referência nos meios de comunicação como fundador da
revista Young Gay America — conta a história de sua transformação numa coluna exclusiva publicada por
WND
.

Embora Glatze tenha se
isolado da comunidade homossexual um ano e meio atrás, ele diz que sua coluna
provavelmente deixará algumas pessoas surpresas.

“Isso será realmente
notícia para todo o mundo com quem eu me relacionava”, afirmou ele a WND.

A mudança radical em sua
vida, relembra Glatze, começou com “inspirações” em sua mente que ele agora
atribui a Deus.

“Espero poder compartilhar
minha história”, disse ele. “Sinto fortemente que Deus me colocou aqui por um
motivo. Até mesmo nos dias mais escuros das festas tarde da noite, uso de drogas
e todos os tipos de coisas — quando em meus sentimentos eu me perguntava ‘Por
que é que estou aqui, o que é que estou fazendo?’ — havia sempre uma voz
ali”.

“Eu não sabia como chamar
essa voz, nem se eu podia confiar nela, mas ela dizia ‘fique
firme’”.

Glatze disse que ele teve
consciência de sentimentos homossexuais com a idade de 14 e declarou publicamente que era “gay” com a idade
de 20. Depois de uma década em que seu papel de
liderança no movimento homossexual cresceu — mas, ao mesmo tempo, um misterioso
conflito em seu interior — ele afirma que finalmente foi
“liberto”.

Aliás, ele escreve em sua
coluna da WND, “sair do armário da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais
libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida
inteira”.

Antes de “sair do armário”
em sua coluna, Glatze fez contato com o gerente editorial de WND David Kupelian
depois de ler seu livro “The Marketing of Evil”, o qual, conforme
Glatze disse, “me deu muita ajuda em meu processo de cura das profundas
influências do mal em nossa sociedade atual”.

“Não há nada no mundo que
me daria mais prazer”, ele escreveu para Kupelian, “do que dizer a Verdade
acerca da ‘homossexualidade’ e expiar meus pecados nesse
assunto”.

A transformação de Glatze
nos traz à mente a transformação de Charlene Cothran, famosa ativista lésbica
americana que publicava a revista “gay” Venus. Ela também renunciou ao
seu estilo de vida do passado. Ela se tornou cristã e deu uma nova missão para
sua revista: “incentivar, educar e ajudar aqueles que desejam abandonar
uma vida de homossexualidade
”. Ela acrescenta: “Nossa missão máxima é
ganhar almas para Cristo…”

Em sua coluna, Glatze fala
sem rodeios, chamando o sexo homossexual como baseado puramente na cobiça
sexual, significando que jamais consegue satisfazer plenamente.

“É uma rotina de obsessão,
não tendo nada de natural e normal”, escreve ele. “Normal é normal — e se chama
normal por uma boa razão.”

Depois de se tornar editor

da revisa Young Gay America com a idade de 22, Glatze recebeu numerosos prêmios e
reconhecimento, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da importante
organização homossexual Equality Forum (Fórum da Igualdade). Os meios
de comunicação o procuravam a todo momento, com participações em programas de TV
e menções numa matéria de capa da revista Time, intitulada “A Batalha
envolvendo os Gays Adolescentes” .

Ele produziu, com a ajuda da TV
pública americana e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário importante
a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes homossexuais, “Jim In
Bold”, que viajou pelo mundo e foi premiado em muitos festivais. A exposição de
fotos de Young Gay America, que contava a história de jovens da América
do Norte, viajou pela Europa, Canadá e partes dos EUA.

Em 2004, Glatze mudou-se de San Francisco para Halifax no
Canadá, onde seu parceiro da revista Young Gay America tinha família. A
revista, disse ele, buscava ser um complemento puro para as revistas de bancas
dirigidas aos jovens gays.

Mas Glatze argumenta, “a
verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no
mercado, mas era mais ‘respeitada’, porque não era explicitamente
pornográfica”.

Em 2005, Glatze teve papel principal num grupo de
debatedores que incluía Judy Shepard, mãe do homossexual assassinado Matthew
Shepard, no prestigioso JFK Fórum na Faculdade Kennedy de Governo da
Universidade de Harvard.

“Foi depois de ver minhas
palavras numa fita de vídeo dessa ‘atuação’”, escreve ele, “que comecei a ter
dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e
influência”.

Não conhecendo ninguém de
quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para
Deus”, diz ele. “Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma
crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu
estava envolvido”.

Ao se aproximar o fim de
seu trabalho na Young Gay America, Glatze disse, os colegas começaram a
perceber que ele estava passando por algum tipo de experiência
religiosa.

Antes de deixar o emprego,
não percebendo plenamente o que estava fazendo, ele escreveu seus pensamentos em
seu computador do escritório, finalizando com a declaração: “A homossexualidade
é morte, e eu escolho vida”.

“Eu estava tão tenso, que
era como se eu mesmo não estivesse escrevendo”, disse ele.

Inexplicavelmente, ele
contou a WND, ele deixou palavras na tela do computador para todos
verem.

“As pessoas que olhavam
para a tela ficavam pasmas; achavam que eu estava doido”, declarou
ele.

Mas ele deixou seus
colegas de trabalho imaginando o que havia acontecido com ele, pois ele nunca
tinha explicado detalhadamente sua decisão de renunciar.

Relembrando seu velho
estilo de vida, Glatze contou a WND que toda vez que ele sentia estar fazendo
algo errado, “eu simplesmente usaria uma desculpa popular, tal como ‘é assim que
é a vida’”.

“Se eu tivesse de
questionar algo, meus colegas diriam: ‘Você é um cara de muitos
ideais’”.

Glatze disse que achava
que os oponentes do homossexualismo eram “grosseiros e loucos, e queriam me
machucar”.

“Eu achava que estavam
prontos para me pegar”, disse ele. “Eles me deixavam realmente revoltado — e
assustado, eu penso. Eu queria que eles sumissem”.

Glatze disse que não podia
se permitir pensar que eles eram sinceros em suas
convicções.

Mas ele agora tem profundo
respeito por uma tia cristã que desaprovava seu estilo de
vida.

Ela “nunca julgava, mas
era sempre firme”, disse ele.

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